Perder um dente muda mais do que o sorriso. A mastigação fica desigual, os dentes vizinhos tendem a se inclinar para o espaço vazio e, com o tempo, o osso daquela região diminui. O implante dentário é uma das formas de repor o dente perdido — e entender como ele funciona ajuda a decidir com segurança.
O que é o implante
O implante é um pequeno pino, geralmente de titânio, instalado no osso no lugar da raiz do dente. Depois que o osso se une a ele, o implante passa a sustentar uma prótese: uma coroa (um dente), uma ponte (vários dentes) ou uma prótese que repõe a arcada inteira.
Quem pode fazer
A maioria dos adultos pode receber implantes, mas a indicação depende de alguns fatores avaliados caso a caso:
- quantidade e qualidade do osso na região;
- saúde da gengiva;
- condições gerais de saúde, como diabetes controlado;
- hábitos como o tabagismo, que interferem na cicatrização.
Quando o osso não é suficiente, um enxerto pode ser planejado antes ou junto com o implante. Isso aparece nos exames de imagem, como a tomografia.
As etapas do tratamento
- Avaliação: exame clínico, histórico de saúde e exames de imagem.
- Planejamento: quantos implantes, que tipo de prótese e qual o prazo — explicados antes de começar.
- Instalação: procedimento cirúrgico com anestesia local.
- Integração: alguns meses para o osso se unir ao implante.
- Prótese: instalação da coroa, ponte ou prótese definitiva.
- Acompanhamento: retornos periódicos de manutenção.
Cuidados depois do implante
O implante não tem cárie, mas a gengiva ao redor dele pode inflamar se a higiene for descuidada. Escovação, fio dental ou escovas interdentais e retornos ao dentista são o que mantém o tratamento estável ao longo dos anos.
Cada caso tem as suas particularidades. Se você perdeu um ou mais dentes, o primeiro passo é uma avaliação com o implantodontista.
